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Naturopatia


A Naturopatia é uma filosofia de tratamento único cujo pilar fundamental assenta no cumprimento do compromisso estabelecido entre paciente e terapeuta na adopção de uma alteração positiva do seu modo de vida com impacto nos seus hábitos mentais, sociais, familiares, espirituais e alimentares. 
Em bom rigor, o Naturopata SENTE que todos os SERES são energia [e matéria] e como tal têm intrinsecamente a capacidade de se regenerarem. O terapeuta é apenas um veículo, um instrumento para que o paciente inicie o seu próprio processo de AUTOCURA. Para tal ser exequível vai trabalhar em parceria com o seu paciente no sentido de equilibrar o SER no seu ambiente físico, mental, emocional e espiritual.
A Naturopatia deve ser integrativa e, por conseguinte, respeitar todos os tratamentos convencionais passados, presentes e futuros, aliando a ciência exacta às mais variadas técnicas naturais [algumas milenares] como, por exemplo:
  • Fitoterapia [incluindo a Aromaterapia]
  • Homeopatia
  • Psiconeuroimunologia [incluindo Florais de Bach]
  • Terapias energéticas (Reiki, Shiatsu, Acupuntura, Medicina Tradicional Chinesa, entre outras)
  • Terapias manuais e de relaxamento
  • Terapia Nutricional
Centrando-nos mais concretamente neste último, na mudança positiva dos hábitos alimentares, podemos assegurar indubitavelmente que melhorar a nossa alimentação não implica necessariamente romper as amarras com o nosso saber, com os nossos sabores, mas, em alternativa, confeccionar pratos deliciosos com um enfoque particular na selecção dos vegetais, da carne e do peixe mais apropriados à alimentação humana, na conjugação de nutrientes e sabores e na transformação acertada dos alimentos. Assim, melhoramos a digestão, optimizamos a assimilação e potenciamos a performance do corpo humano. Tudo sem abrir mão duma gastronomia rica e saborosa.

Num mundo em que os MACROnutrientes estão assegurados (e por demasiadas vezes em excesso) temos que concentrar os nossos esforços em incorporar os MICROnutrientes na nossa dieta, pois é aí que reside a proximidade à verdadeira NATUREZA.
Fonte: Ricardo Novais terapias naturais e complementares

Nutrição Funcional


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A Nutrição Funcional é uma maneira dinâmica de abordar, prevenir e tratar desordens crónicas complexas através da detecção e correcção dos desequilíbrios que geram as doenças. Estes desequilíbrios ocorrem devido à inadequação da qualidade da nossa alimentação, do ar que respiramos, da água que bebemos, dos exercícios (a mais ou a menos) e alterações emocionais que passamos.


Estas “inadequações” são consideradas de acordo com a individualidade genética que ocorre em cada um de nós. Vamos a alguns exemplos: enquanto um indivíduo é alérgico a camarão o outro não é. Enquanto para um o café pode gerar dor de cabeça e insónia, para outro não. Enquanto um necessita de mais zinco (ex: 25mg) para produzir ácido suficiente no seu estômago, o outro precisa de menos (ex.: 10mg). Enquanto um precisa de mais ómega 3 para manter os triglicerídeos e o HDL em níveis adequados, o outro precisa de menos.


Da mesma forma que os dados e comandos que colocamos num computador determinarão o funcionamento desta máquina, as informações que colocamos no nosso organismo, determinarão o seu funcionamento. Os nutrientes (sejam bons ou maus, equilibrados ou desequilibrados), toxinas, hormonas e neurotransmissores são as “informações” que colocamos no nosso corpo diariamente. 

A Nutrição Funcional considera a interação entre todos os sistemas do corpo, incluindo as relações que existem entre o funcionamento físico e emocional.


A Nutrição Clínica Funcional possui cinco princípios básicos:

1. Individualidade bioquímica: Desde pequenos sempre ouvimos dizer que em todo o planeta não há ninguém igual a nós, certo? Pois é, no entanto, na hora de nos olharmos “por dentro”, para nossa saúde, os profissionais tratam-nos como se fossemos todos quase iguais!
A interacção da nossa genética única, da nossa alimentação e de elementos ambientais (toxinas, poluentes, stress mental, actividade física) irão “modular” os nossos genes determinando quais “falarão mais alto”, ou quais ficarão “silenciados”. O que todos desejamos, é “silenciar” os genes associados a doenças, e “deixar falar” os genes associados à saúde!!!
A terapia nutricional, deverá sempre levar em consideração as necessidades individuais, bem como sinais e sintomas apresentados por si. Não podemos esquecer que grande parte da expressão dos nossos genes depende do meio ambiente. Assim, podemos apresentar necessidades e carências de acordo com o ambiente em que estamos.


2. Tratamento centrado no paciente: O tratamento é direccionado ao paciente e não à doença, o oposto da medicina tradicional. Torna-se mais importante saber que paciente tem a doença do que saber que doença o paciente tem. O indivíduo é abordado como um todo, um conjunto de sistemas que se inter-relacionam e que sofrem influências dos factores ambientais, emocionais, alimentares, história individual de patologias e uso de medicamentos, hábitos de vida e actividade física, por exemplo.


3. Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes: é importante a oferta de nutrientes em quantidades adequadas e em equilíbrio com todos os outros, para que haja optimização da sua absorção e aproveitamento pelas células.


4. Inter – relações em teia dos factores fisiológicos: todas as funções do nosso corpo estão interligadas. A teia da Nutrição Funcional considera a inter-relação mútua de todos os processos bioquímicos internos, de forma que um influencia o outro, gerando desordens que abrangem os diversos sistemas. Hoje sabemos, por exemplo, que disfunções imunológicas podem promover doenças cardiovasculares, que desequilíbrios nutricionais provocam desequilíbrios hormonais e que exposições ambientais podem precipitar síndromes neurológicas como a doença de Parkinson. A teia conduz a organização do raciocínio na busca da compreensão dos desequilíbrios que estão nas bases funcionais do desenvolvimento das condições clínicas (i.e. doenças), corrigindo a causa, ao invés de apenas os sintomas genéricos.


5. Saúde como vitalidade positiva: a saúde não é meramente a ausência de doenças, e sim o resultado de diversas relações entre os sistemas orgânicos, por isso devemos analisar os sinais e sintomas físicos, mentais e emocionais que podem estar nas bases dos problemas apresentados.


A importância do Magnésio


Você vive sentindo cansaço, tem dificuldades para se concentrar e sofre com insônia?Talvez seja carência de magnésio.Esses sintomas são comuns entre os que se alimentam baseados na dieta moderna: muito fast-food e frituras.Nem sempre foi assim.:


As funções do magnésio no organismo
O magnésio é o quarto mineral mais encontrado no organismo. Mais de metade encontra-se nos ossos e dentes, um quarto ao nível muscular, o último quarto repartido pelo organismo. Contribui para o normal funcionamento de mais de 300 reações bioquímicas das células. Também sabemos que intervém para o normal funcionamento dos sistemas muscular e nervoso, na produção de energia, na saúde óssea, na síntese de proteínas e do ADN, na síntese do glutatião, principal desintoxicante das nossas células... qualquer défice faz-nos correr atrás da nossa energia.


Concretamente, quais são os seus benefícios?
Pelo seu papel ao nível do sistema nervoso, e nomeadamente na libertação de serotonina, hormona «zen», alivia a impulsividade, irritabilidade e até a depressão. Em caso de stress, distúrbios do sono, que ativam a melatonia, hormona do sono, será determinante. Apoia as funções psicológicas nomeadamente a aprendizagem e a memória.
Ajuda também na luta contra o cansaço muscular. É indispensável à produção e à gestão do armazenamento de energia ao nível celular, sobretudo para enfrentar os diversos «provocadores de stress» (temperatura, tóxicos, exercício físico intenso, psiquismo…). As suas necessidades disparam em caso de «sobreaquecimento». Será aconselhado as pessoas com stress mas também as pessoas expostas a um défice: pessoas idosas, mulheres ativas, em menopausa…
No músculo, intervém na produção e libertação de energia e relaxamento muscular: um aporte em magnésio no desportista, facilitará a resistência e permitirá limitar as dores musculares e caibrãs.
Maior constituinte do osso, ajuda na saúde óssea tanto no adulto como nas crianças, de igual forma ao cálcio! Quando verifica um défice, o organismo vai aproveitar esta reserva, fragilizando o osso. Garantir sempre os aportes correctos, nomeadamente no período de crescimento e de envelhecimento é muito importante. 
Numerosos estudos demonstram uma correlação entre défice em magnésio e o aparecimento de alguns distúrbios. Também tem um papel importante ao nível cardiovascular, diabetes, asma e enxaqueca…


Grande parte da população sofre de um défice em magnésio
Em causa, essencialmente três fatores inter-relacionados: uma alimentação cada vez mais carenciada (alimentos refinados, demasiado salgados, industrializados, fraco consumo de leguminosas, frutos secos, défice em vitamina D e B6…), o stress da vida atual, maior «consumidor de magnésio», o consumo excessivo de café, refrigerantes, bebidas energizantes. A longo prazo um círculo vicioso instala-se.


Sim, mas qual é o sal de magnésio? 
Os sais de magnésio diferem pelo seu teor em magnésio elemento, pela sua biodisponibilidade e a sua tolerância digestiva. nenhum sal reúne todos estes critérios. Torna-se interessante associá-los. A sobredosagem não é de temer excepto em casos de insuficiência renal. 

Sal de magnésio
Teor em magnésio elemento
Biodisponibilidade
Tolerância
digestiva
Magnésio marinho
58 %
Média
Boa
Citrato de magnésio
11 %
Boa
Boa
Carbonato de magnésio
25 %
Média
Média
Bisglicinato de magnésio
18 %
Excelente através dos aminocomplexos
Excelente


O magnésio no prato
Encontramo-lo nas águas minerais ricas em magnésio (>50 mg/l), as leguminosas (feijões secos, favas, lentilhas = mais de 100 mg/100g), os frutos secos e os oleaginosos (figos, tâmaras, noz do Bresil = 300mg/100 g, amêndoas, avelãs), cereais completos ou ½ completos (sarraceno, aveia, arroz, centeio cozidos = 50 a 100 mg ), os legumes de folhas verdes escuras (couve frizada, espinafres, salda, azeda, acelgas = 100 a 200 mg), o cacao (em pó ou chocolate preto com o mínimo de 75% de cacao e mastigar = 110 mg ou 2 quadrados = 20mg), os frutos do mar (borelho e buzio = 250 a 350 mg/100g ; mexilhões e camarões = 50 a 100 mg), o cominho, gengibre, curcuma, cebolinho…
Fonte: Nutergia

Florais de Bach



Florais de Bach amenizam sentimentos negativos que boicotam a dieta:



Edward Bach nasceu em 1886, em Moseley, uma vila perto de Birmingham, em Inglaterra. Formou-se em medicina em 1912. Foi cirurgião e chefe das urgências do University College Hospital. Insatisfeito com a limitação dos tratamentos com foco na supressão dos sintomas, dedicou-se a Imunologia e Bacteriologia dedicando-se ao estudo de vacinas.

Em 1917, adoeceu gravemente com uma hemorragia digestiva. Soube que tinha alguns meses de vida. A determinação em concluir o seu trabalho de pesquisa levou-o a recuperar a sua saúde.

Concluiu que um interesse, um propósito bem definido são fatores decisivos para a saúde e felicidade das pessoas, e que a personalidade e a atitude mental das pessoas desempenham um papel importante no seu estado de saúde e devem ser levados em consideração no tratamento médico.

Em 1919, começou a trabalhar como patologista e bacteriologista no Hospital Homeopático de Londres, onde conheceu a filosofia de Samuel Hahnemann. Começou a preparar vacinas orais com as técnicas homeopáticas.

Em 1929, aos 43 anos, em pleno êxito profissional, respeitado por alopatas e homeopatas de toda a Europa, obedecendo a um chamado interior, abandonou suas actividades na cidade, e partiu para o campo, em busca de novos remédios.

Identificou 38 estados negativos da mente, criou uma essência floral para cada um e documentou os fundamentos da sua nova medicina.

Benefícios dos Florais de Bach 4 497x500 Benefícios dos Florais de Bach:

“Minha tarefa está cumprida; minha missão neste mundo está terminada”.

Em 1936, algumas semanas após ter pronunciado estas palavras aos seus colaboradores, enquanto dormia, Bach abandonou definitivamente o seu corpo físico.

Hoje, a casa de Bach, em Mount Vernoun, é conhecido como “The Bach Centre” (O Centro Bach).

É lá onde os actuais responsáveis continuam a produzir as tinturas mãe (o primeiro processo na elaboração dos Florais) utilizando, em muitos casos, os mesmos locais identificados por Dr. Bach.



Chá de Hibisco


How to make your own hibiscus tea:
















Benefícios do chá de Hibisco:

  • Auxilia a digestão
  • Controla pressão sanguínea
  • Previne o aparecimento de cancro
  • Rico em vitamina C
  • Ajuda na perda de peso
  • Acelera o metabolismo
  • Ajuda no tratamento de doenças do fígado
  • Reduz o colesterol
  • Possui propriedades anti-inflamatórias

Cancro - Vejam como prevenir!



Em 2030 deverão morrer 5,5 milhões de pessoas com cancro!

O cancro mata hoje, em todo o mundo, mais de 12,7 milhões de pessoas por ano. E a tendência é para que este número continue a crescer.

Una de las enfermedades que mas se propaga y que en la actualidad esta muy de…:

A American Cancer Society e a publicação cientifica e clínica Lancet Studies apresentaram agora dados verdadeiramente chocantes.

DEPOIS DE ANOS A DIZER QUE A ÚNICA MANEIRA DE TENTAR ELIMINAR O CANCRO ERA A QUIMIOTERAPIA, O HOSPITAL JOHN HOPKINS FINALMENTE REVELA QUE HÁ ALTERNATIVAS…

1. Todas as pessoas têm células cancerígenas no corpo. As células cancerígenas não aparecem nos testes comuns até que se tenham multiplicado em alguns biliões. Quando os médicos dizem aos pacientes de cancro que não há mais células cancerígenas depois do tratamento, significa que os testes não conseguem detectar mais, porque não atingiram o nível detectável.

2. As células cancerígenas ocorrem entre 6 a mais de 10 vezes na vida de uma pessoa.

3. Quando o sistema imunológico está forte e saudável, o organismo encarrega-se de destruir e impedir que as células cancerígenas se multipliquem e se formem tumores.

4. Quando uma pessoa tem cancro, é indicativo de deficiências na nutrição, que podem ser se ordem genética, ambiental, problemas de alimentação ou de estilos de vida.

5. Para ultrapassar as deficiências nutricionais, a pessoa pode mudar os hábitos alimentares e incluir suplementos que fortifiquem o sistema imunológico.

6. A quimioterapia consiste em envenenar as células cancerígenas, de crescimento rápido, mas também mata as células saudáveis na medula, tracto intestinal e causam estrago em órgãos vitais como o fígado, rins, coração, pulmões, etc…

7. A radiação destrói, estraga as células, tecidos e orgãos saudáveis ao mesmo tempo que elimina as células cancerígenas.

8. O tratamento inicial por quimioterapia e radiação muitas das vezes reduz o tamanho do tumor. No entanto o seu uso continuado não resulta em mais destruição do tumor.

9. Quando o corpo está sujeito a uma enorme carga tóxica devido à quimioterapia e radioterapia, o sistema imunológico pode ficar comprometido e até mesmo destruído e a pode pessoa sucumbir a várias infecções ou outras complicações.

10. Quimio e radioterapia podem causar mutações nas células cancerígenas e torná-las mais resistentes e difíceis de eliminar. A cirurgia também pode causar o alastramento das células cancerígenas.

11. Uma maneira eficaz de combater o cancro é deixá-lo à fome, não ingerindo os alimentos que as células cancerígenas necessitam para se reproduzirem.

De que se alimentam as células cancerígenas:
  •  O açucar é um alimentador de cancro. Cortar com o açucar na sua dieta, significa cortar o alimento à células cancerígenas.
  • O leite faz com que o organismo produza muco, especialmente no tracto gastro-intestinal. O cancro alimenta-se desse muco. 
  • As células cancerígenas proliferam em ambientes ácidos. Uma dieta rica em carne vermelha é ácida e é melhor comer peixe e alguma carne branca como frango do que vaca ou porco. A carne também pode conter antibióticos, hormonas de crescimento e parasitas que são prejudiciais, especialmente para pessoas com cancro.
  • Uma dieta constituida por 80% de legumes e sumos frescos, gramíneas, sementes, frutos secos, e algumas frutas ajudam o corpo a criar um ambiente alcalino. Cerca de 20% podem ser alimentos cozinhados incluindo leguminosas. Sumos de vegetais frescos fornecem ao corpo enzimas vivas, que são facilmente absorvidas pelo corpo e chegam ao nível celular em cerca de 15 minutos para estimular o crescimento de células saudáveis. Para obter enzimas vivas para estimular a criação de células saudáveis tente beber sumos de vegetais frescos (quase todos os vegetais, incluindo rebentos de leguminosas) e coma vegetais crus 2 a 3 vezes ao dia. As enzimas são destruídas a cerca de 40º C.
  • Evite o café, chá e chocolate que têm altos teores de cafeína. O chá verde é uma óptima alternativa pois tem propriedades que previnem o cancro. Procure beber água purificada ou filtrada a fim de evitar toxinas e metais pesados contidos na água canalizada. A água destilada é ácida, evite-a.

12. A proteína da carne é de difícil digestão e requer muitas enzimas digestivas. A carne que não é digerida permanence no intestino onde vai apodrecer e criar um ambiente mais tóxico.

13. As paredes das células cancerígenas têm uma dura camada de proteína. Ao reduzir o consumo de carne vermelha liberta mais enzimas para atacar essas paredes de proteína das células cancerígenas e permite as células “assassinas” do corpo fazerem o seu trabalho nas células cancerígenas.

14. Alguns suplementos aumentam o sistema imunológico que permitem ao organismo eliminar as células cancerígenas. Outros suplementos como a vitamina E causam apoptose, morte celular programada, o método natural do corpo de eliminar células estragadas, indesejadas ou desnecessárias.

15. O cancro é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito proactivo e positivo tem mais hipóteses e ajuda o corpo a combater a doença.

Raiva e amargura põem o corpo num estado de stress e fomentam um ambiente ácido. Aprenda a ter um espírito de amor e perdão. Aprenda a relaxar e aproveitar a vida.

16. As células cancerígenas não desenvolvem em ambientes oxigenados. Exercício diário e respirar fundo ajudam a ter mais oxigénio a um nível celular.


OBS: Estes tratamentos são complementares. Em nenhum caso deverá deixar de seguir as orientações do seu médico, ou substituir qualquer tratamento. Sempre que tiver dúvidas, consulte um especialista.
Fonte: Dr. João Bravo


Água alcalina ionizada - Benefícios para a saúde



Um corpo saudável é alcalino e tem capacidade de equilibrar os processos de oxidação decorrentes do seu funcionamento, neutralizando-os. A oxidação corresponde à ferrugem nos metais ou à mudança de cor para castanho nas frutas, por exemplo.

Inversamente, na base de todos os desequilíbrios de saúde e nas doenças crónicas o organismo está acidificado e oxidado. A acidificação conduz à perca de muitos minerais, em especial dos ossos, tornando-os mais porosos e frágeis. A oxidação é a raiz principal do envelhecimento das células, tecidos e órgãos, junto com a perda de água orgânica.

Assim, uma água alcalina e ionizada (antioxidante), ao neutralizar a acidificação e de oxidação dos tecidos, diminui os fenómenos inflamatórios, permite o reequilíbrio e a regeneração de células e funções orgânicas.


Calmantes Naturais para a ansiedade



Hoje em dia é comum muitas pessoas sofrerem de algum tipo de ansiedade ou stress. Tem vindo, por isso, a aumentar o número de pessoas que tomam medicação para a depressão ou simplesmente para conseguirem dormir. Com o stress do dia a dia, falta de tempo, gestão familiar, questões económicas, desafios profissionais, são muitas as razões que aumentam os níveis de ansiedade.

Para lidar de uma forma mais natural com a ansiedade é importante ter uma dieta alimentar equilibrada e ter bons aliados que actuam como calmantes naturais, tais como:


Camomila

Água aromatizada com camomila – Ação calmante é um dos principais <a href="http://www.bolsademulher.com/saude-mulher/cha-de-camomila-ajuda-a-emagrecer-conheca-outros-beneficios">benefícios da camomila</a>, que ainda pode ajudar a emagrecer e diminuir a ansiedade. O preparo deve ser feito com a flor seca, que pode ser encontrada em mercados ou lojas especializadas. Coloque um punhado na água, deixe dormir e coe antes de consumir.:
A planta Matricaria Recutita, mais conhecida por Camomila, possui propriedades sedativas e calmantes. Ajuda em caso de insónia, proporcionando uma boa noite de sono, e é útil para reduzir a ansiedade e amenizar os sintomas causados pelo stress. A infusão desta planta é um dos remédios naturais mais conhecidos para dormir melhor e superar a insónia. A camomila contém também algumas substâncias que impedem o agravamento de distúrbios gastrointestinais tendo um efeito calmante especialmente em relação a dores de estômago e azia.






Valeriana

Valeriana officinalis, Lægebaldrian Lægebaldrian er en gammel klosterurt som har været anvendt og anvendes idag ved nervøsitet, angst, søvnbesvær. Den skal placeres solrigt eller i halvskygge. Planten bliver særdeles høj, og det kan være nødvendigt at binde den op. Blomsterne dufter helt fantastisk - en af de mest duftende planter.:
A raiz de Valeriana, Valeriana officinalis, possui uma ação sedativa reconhecida. Não provoca habituação ou sonolência durante o dia. É muito usada em situações de tensão nervosa, hiperatividade ou incapacidade de relaxar uma vez que tem uma ação sedativa suave, útil para acalmar o sistema nervoso.









Passiflora

Edible Passion Flower 5 Seeds - Passiflora edulis: A Passiflora, ou flor do maracujá, é uma planta tropical com propriedades sedativas e efeitos benéficos nos problemas de sono. Além de ajudar a ter um sono de maior qualidade, a Passiflora é também uma ajuda a suprimir a ansiedade e o nervosismo acumulados devido à vida stressante que frequentemente levamos.










Erva Cidreira

A erva-cidreira (Melissa officinalis) é uma herbácea da família da menta, da hortelã e do boldo, e é nativa da Europa.: A conhecida planta Erva Cidreira, ou também chamada de Melissa, tem um efeito sedativo. Algumas das principais indicações fitoterapêuticas desta planta são o nervosismo, insónias, palpitações nervosas pelo que, muitas vezes, o extrato desta planta é também associado a outros fármacos com ação tranquilizante.












Ómega 3

Atlantic salmon is fatty and high in omega-3s, which is exactly the type of fish…: Vários estudos internacionais demonstraram que existem propriedades calmantes no ómega 3. Este ácido gordo parece ser responsável pelo aumento dos níveis de serotonina, hormona que proporciona uma sensação de bem-estar e diminui a produção de hormonas relacionadas com o stress como o cortisol e a adrenalina. Podemos encontrar ómega 3 nos peixes gordos, como o atum, salmão ou cavala, e nos frutos secos como as nozes.






Triptofano

The Health Benefits of Eating Raw Eggs - agelessimpact: O triptofano, um aminoácido essencial, é precursor da serotonina, substância sedativa e calmante que diminui a hiperatividade. A deficiência deste aminoácido pode causar baixos níveis de serotonina e assim favorecer a insónia, depressão, ansiedade, impulsividade, irritabilidade, incapacidade de concentração. Podemos encontrar triptofano em alimentos como o ovo, as nozes, sementes, peixe, carne, laticínios e leguminosas.







Exercício Físico

All you need is a pair of dumbbells for this ab firming workout. Get your core in top shape and whittle away at your waist with planks, squats and sit-ups; all with the extra challenge of weights!:
A prática regular de exercício físico pode ajudar a tratar depressões e esgotamentos nervosos. A libertação de endorfinas, o aumento da autoestima e a sensação de bem-estar é benéfica para a saúde em geral e particularmente importante em casos de stress e ansiedade. O desporto tem um efeito relaxante, reduz a ansiedade e a tensão acumulada do dia a dia e tem benefícios nos distúrbios do sono.














Os sinais de ansiedade podem ser diversos e, tanto o stress como a ansiedade, são males comuns nos dias de hoje. Devemos contrariar esses sinais tendo uma dieta alimentar equilibrada, ter uma boa rotina de exercício físico, dormir bem e, se necessário, recorrer a calmantes naturais para ter um dia a dia o mais tranquilo possível sem recorrer a químicos.
Fonte: Lara Pereira_Nutricionista

Nutrição/Medicina Ortomolecular


A terapia ortomolecular é também designada por medicina ortomolecular ou nutrição ortomolecular e constitui uma ferramenta importante em nutrição funcional. 

Origem do termo "ortomolecular”

O termo "ortomolecular” foi usado pela primeira vez por Linus Pauling num artigo publicado na revista Orthomolecular Psychiatry em 1968. Ele escreveu, por exemplo, sobre o facto de o nível de determinadas moléculas no cérebro não ser o ideal, mesmo quando o nível no sangue está normal.

Ortomolecular significa "as moléculas exactas na quantidade certa”. Para corrigir as moléculas do corpo será necessário oferecer-lhe as peças de que ele próprio é feito, nas quantidades certas para atingir níveis óptimos. Medicina/nutrição/terapia ortomolecular consiste por isso na preservação da saúde e tratamento da doença através da alteração da concentração de substâncias normalmente presentes no corpo humano e que são indispensáveis à saúde: vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, enzimas, pré e probióticos – o que for adequado a cada caso.

¿Sabes qué alimento necesita nuestro organismo en cada momento? ¿Cómo recuperamos la capacidad de sentir nuestras necesidades nutricionales? Elena Perea, Nutricionista Ortomolecular, nos enseña cómo escuchar a nuestro cuerpo  http://blog.susanabasurto.com/alimentacion-consciente/:

Razões para o uso da terapêutica ortomolecular:

1 - Alimentação muito deficiente em alguns nutrientes, o que pode originar quadros clínicos graves relacionados com o elemento em falta.

2 - Alimentação com uma deficiência marginal ou mínima em múltiplos nutrientes. Neste caso, existe uma sinergia de efeitos negativos que pode criar quadros clínicos crónicos, mal definidos, com disfunções ou menor rentabilidade de vários órgãos ou sistemas. Estas alterações podem ser dificilmente relacionáveis com deficiências nutricionais, se for feita uma abordagem menos cuidada.

3 - Características genéticas de uma pessoa podem implicar a necessidade da ingestão de quantidades muito elevadas de determinado nutriente ou grupo de nutrientes para evitar ou delimitar a expressão genética de uma tendência patológica.


--=* Palavra de Médico *=-- (Medicina Ortomolecular):


As recomendações de ingestão de vitaminas e minerais são definidas para grupos de pessoas saudáveis. Estes são valores médios suficientes para cobri as necessidades de 97-98% das pessoas de um grupo saudável. 

E os outros 2-3%? E se o individuo não for saudável? E se eu não quero só ter o nível mínimo de nutrientes mas sim o nível óptimo? E se existe um polimorfismo que condiciona uma necessidade maior? E se o meu estilo de vida condiciona necessidades maiores ou menores?

Por causa destas razões e muitas mais, a nutrição funcional, a Nutrigenética e a nutrição ortomolecular constituem a melhor abordagem preventiva, de tratamento e de manutenção de uma saúde óptima.


Exemplos: 
  • Suplementação com altas doses de vitamina D, depois de verificada deficiência da vitamina. 
  • Suplementação com antioxidantes depois de avaliado o potencial antioxidante e a produção de radicais livres. 
  • Suplementação com ómega 3 em casos de inflamação crónica e silenciosa,depois de verificados os ácidos gordos na membrana do eritrócito.

Exames de diagnóstico são necessários para definir qual a estratégia a adoptar: exame físico e de rastreio de sintomas de deficiências nutricionais, testes de genética, quantificação de metais, quantificação de ácidos gordos, avaliação de stress oxidativo, estudo da flora intestinal, intolerância alimentar, análises sanguíneas aos nutrientes e a outros parâmetros de interesse.

Se somos todos diferentes, a alimentação que outra pessoa faz pode ser completamente desaconselhada para si, assim como os suplementos que usa.

Assim, o conceito de medicina ortomolecular enraíza-se no desiderato de Hipócrates «Primum non nocere» e, como diz Abram Hoffer (2005), poderia ser com mais propriedade apelidada de «Medicina Fundamental».


A anorexia





A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar caracterizado pela obsessão em perder peso (mesmo não tendo excesso de peso), acompanhada por uma visão distorcida do próprio corpo.

Esta doença não tem uma causa única, apresentando portanto uma multiplicidade de fatores, que vão desde os biológicos, psicológicos, familiares até aos sócio-culturais. No que respeita aos casos recentemente relatados, a moda pode não ser a culpada, o que é certo é que os padrões excessivamente magros e perfeitos das modelos, apanham as raparigas ainda sem personalidade formada numa armadilha psicológica difícil de escapar.

Como tal, é preciso estar-se atento aos sinais de alerta que vão surgindo desde o início da doença, porque nesta (como em tantas outras) o diagnóstico precoce é determinante. Os mais fáceis de identificar são:
  • a perda visível de peso, 
  • uma redução da quantidade de alimentos ingeridos, 
  • um controlo excessivo pela composição desses alimentos, 
  • uma prática excessiva de exercício físico, 
  • alterações de humor e ainda em alguns casos,
  • o uso de laxantes ou diuréticos ou 
  • recorrência a manobras compensatórias do ganho de peso (indução do vómito).

Os danos causados são tão mais graves, quanto maior for a perda de peso. Quando atinge os 20% do peso corporal já causa alterações dramáticas nos órgãos vitais. Segue-se um cenário de desnutrição que pode ter como pior consequência a morte.

O tratamento deve ser conduzido por uma equipa multidisciplinar, envolvendo o psicólogo ou o psiquiatra, o nutricionista e o endocrinologista.

Fonte: Nutrisaber

Os benefícios das bananas bem maduras


As bananas são talvez uma das frutas mais sub-valorizadas da natureza. 

Estão cheias de nutrientes, vitaminas, fibras e açúcares naturais, como sacarose e frutose. Isso é parte da razão por que comer bananas regularmente pode ajudar a manter o médico longe.
Nos Estados Unidos, as bananas são uma das frutas mais consumidas e os americanos comem mais bananas a cada ano do que maçãs e laranjas juntas.

Naturalmente, as que são vendidas nos supermercados são na maior parte amarelas-esverdeadas, mas com o passar do tempo as bananas amadurecem continuamente e começam a desenvolver manchas castanhas. Muitas pessoas acham que estão podres e acabam por deitar o fruto fora. Por um lado até faz sentido, pois a maioria das frutas que ficam castanhas estão realmente podres e pouco atraentes.


No entanto, quanto maiores forem as manchas mais escuras da banana mais TNF ela contém. TNF significa Fator de Necrose Tumoral, e é uma substância que ajuda a combater o cancro e as células anormais nos nossos corpos.


Especificamente, a TNF auxilia a comunicação entre células do nosso sistema imunitário e orienta o movimento de células para áreas nos nossos corpos que estão inflamadas ou infectadas.
A investigação confirmou que a TNF encontrada em bananas maduras interfere com o crescimento das células tumorais e inibe a sua propagação, causando a morte celular, ou apoptose. Isto, em conjunto com os elevados níveis de anti-oxidantes que são também encontrados nas bananas, além de estimular o sistema imunológico, as bananas podem aumentar também os glóbulos brancos do sangue.

Da próxima vez que vir uma banana com manchas castanhas, não a deite fora. Em vez disso, coma!

Além das manchas e dos seus benefícios para o sistema imunológico, as bananas tem uma série de outros benefícios para a saúde.
Abaixo estão alguns dos principais:

  • Bananas são anti-ácidos da natureza e podem proporcionar alívio da azia e refluxo ácido. Comer apenas uma banana pode imediatamente trazer alívio e diminuir os sintomas de azia.
  • Pressão sanguínea – Bananas ajudam a baixar a pressão sanguínea e protegem contra derrames ou ataques cardíacos, porque são pobres em sódio e ricas em potássio, contribuindo para um coração saudável.
  • Energia – comer uma banana ou duas antes de um treino irá dar energia suficiente para durar uma hora ou mais. As vitaminas e os minerais irão ajudar a aumentar a resistência do seu corpo, enquanto o potássio ajuda a evitar cãibras musculares.
  • Anemia – Elas podem ajudar as pessoas com anemia, fornecendo ferro na dieta e estimular a produção de glóbulos vermelhos e hemoglobina e fortalecer o fornecimento de sangue.
  • Ulceras – Quando sofre de úlceras estomacais muitos alimentos ficam de fora, mas bananas são uma excepção. Isso porque ajudam a proteger o estômago e protegem contra ácidos corrosivos e a irritação.
  • Depressão – Elas podem ajudar a superar a depressão, por conta dos altos níveis de triptofano, que os nossos corpos convertem em serotonina. A serotonina é um neurotransmissor cerebral que faz com que as pessoas relaxem, e se sintam felizes, além de melhorar o humor. Assim, as bananas podem ajudar as pessoas a se sentir melhor e a vencer a depressão.
  • TPM – Quando se sente mal-humorado e stressado, coma uma banana. Elas ajudam a regular o açúcar no sangue e são ricas em vitaminas do complexo B, o que naturalmente acalmam o sistema nervoso e faz a pessoa relaxar, resultando numa melhoria do humor em geral.
  • Controla a Temperatura corporal – Comer uma banana num dia quente pode refrescar e baixar a temperatura do corpo. O mesmo quando tiver febre.
Por isso, vamos todos usufruir dos benefícios da banana!

5 Razões que impedem a perda de peso

Muitas vezes pensamos, erradamente, que para perder peso é apenas necessário fazer exercício físico. Claro que o exercício é fundamental se o objectivo é queimar gordura, mas existem outros factores a ter em conta, nomeadamente:




1. Quantidade insuficiente de músculo 
Quanto mais músculo tivermos, mais calorias vamos queimar. Os tecidos musculares consomem calorias o dia todo, mesmo quando estamos parados, a ler ou a dormir. Logo não importa apenas o treino cardiovascular...vários estudos demonstram que a construção muscular é realmente melhor para a perda de peso.





2. Insuficiente ingestão de água
Os benefícios de beber bastante água são conhecidos.  A água ajuda na perda de peso, melhora os problemas da pele, ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue, entre muitos outros benefícios. O ideal é começar a substituir todas as bebidas por água e começar a beber cerca de 1,5 litros ao longo do dia, dependendo do organismo.  





3. Saltar refeições
Saltar uma refeição, à partida, seria uma maneira para economizar algumas calorias. Obviamente que reduzimos o número de calorias ingeridas, mas desaceleramos o metabolismo e deixamos o corpo em modo de fome. Como consequência, o organismo assimila tudo numa próxima refeição porque sente que precisa para sobreviver, uma vez que não sabe quando será a próxima ingestão de alimento, ou seja, acumula gordura, cria reservas. Refeições menores e regulares são o melhor método, pois mantêm o corpo "em marcha" ao longo do dia, ao contrário de parar e iniciar entre as grandes refeições menos frequentes.





4. Falta de sono
A falta de sono acarreta cansaço na pessoa, logo vamos fazer menos actividade física durante o dia, queimando menos calorias, reduzindo o metabolismo e consequente ganho de peso. A produção de hormonas, principalmente a do crescimento estará prejudicada. É ela que ajuda na formação da massa muscular magra. E quanto menor a massa muscular, menor a queima de gorduras.
Ocorre também uma diminuição da libertação do hormona Leptina que controla a saciedade, sem ela o corpo pede mais hidratos de carbono, ocorre também uma diminuição da hormona Insulina o que vai dificultar o metabolismo da glicose/açúcares e ocorre um aumento da produção da hormona Cortisol, o que propicia stress e mudanças de humor. Resumindo, o ideal é dormir no mínimo oito horas diárias com o objectivo de estimular o metabolismo, conservar a energia, manter o bom humor e comer menos.



5. Muito stress
Em situações de stress, o nosso organismo produz uma hormona chamada Cortisol, que piora a resistência à insulina e promove o armazenamento de gordura! Pode não haver nada que uma pessoa possa fazer para sair de uma situação de stress, mas lembre-se que somos nós que controlamos a nossa mente e encontrarmos formas de auto-controlo só nos ajuda a lidar com as situações.

A Saúde do seu corpo está nas suas mãos!



A mente é feita da informação que recebe.
O corpo, da nutrição que recebe.
A escolha da matéria-prima é sua.
A qualidade das suas escolhas determina a sua qualidade de vida.


O CORPO É PARTE DA NATUREZA

"A medicina natural parte do princípio de que o corpo é um artefacto da Natureza, feito dos mesmos elementos que compõem a biosfera terrestre.

A mesma água que corre nos rios e desagua no mar, corre nas veias e desagua no coração. Os mesmos sais minerais que dão dureza a uma rocha, estão presentes no esqueleto, firmando a estrutura muscular. O calor que aquece o corpo para a temperatura ideal da homeostase é o mesmo fogo que arde no sol e no núcleo da Terra. E o vento que sopra e movimenta as nuvens é o mesmo que se inspira e expira nos pulmões, movimentando as funções vitais. Água, terra, fogo e ar – elementos presentes em cada forma de vida.

O corpo é um jardim biológico, uma complexa máquina que é o veículo temporário do Ser, da consciência, do Espírito. É um veículo que lhe permite sentir, ver, ouvir e degustar a experiência da vida na terra. Como habitante do corpo, você deve zelar pela sua integridade: Saúde. Tudo o que vive tem um mecanismo de sobrevivência, e o seu corpo é biologicamente programado para adaptar-se constantemente na manifestação desse estado de equilíbrio. Saúde é bem-estar, é estar confortável dentro do próprio corpo. A Saúde é tão confortável que é invisível.

Já o que chamamos de doença é um desequilíbrio. E o desequilíbrio sempre faz-se notar através de dor, sofrimento ou desconforto, para que você o perceba e o auxilie na sua correcção e volte ao conforto. A doença é uma mensagem do corpo pedindo cuidados, pedindo um ajuste e uma mudança no estilo de vida.


É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR

Outro princípio da medicina natural é o de que é sempre melhor prevenir do que remediar. Na verdade, não é apenas melhor. É melhor, mais económico, mais efectivo e mais confortável prevenir do que remediar. E menos doloroso também.

Sendo assim, a medicina natural sugere que você, como zelador do seu corpo, tome para si a tarefa de cuidar de si próprio, e que aceite o fato de que é uma responsabilidade sua cuidar do próprio jardim. A medicina natural sugere que você estude e elabore um Plano de Saúde pessoal.

Muitos não percebem que são os responsáveis pelo próprio bem-estar, e acreditam que pagando um valor mensal para uma empresa estarão seguros e em caso de doença estarão “garantidos”. Ora, isso que é normalmente chamado de “plano de saúde” é, na verdade, um seguro-doença. Médicos e hospitais existem para emergências, acidentes e imprevistos – mas não lhe auxiliam na manutenção diária da sua saúde pessoal. Regar o próprio jardim com os cuidados necessários é tarefa pessoal e intransferível.

Um médico, diria Hipócrates (o pai da medicina ocidental), tem como tarefa primária educar o indivíduo a cuidar de si próprio. Qualquer tratamento deve ser precedido de um equilíbrio no estilo de vida. O foco deve ser sempre em construir e fortalecer a saúde, para que as doenças não encontrem no corpo condições para sua manifestação. Um sistema imunitário forte é muito mais eficiente a prevenir e tratar doenças do que qualquer remédio ou tratamento.


ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE

Dessa forma, a atenção prática de alguém que valoriza a qualidade de vida e que procura passar uma existência plena, com o mínimo possível de desequilíbrios deve ser focada em dois pontos:

1 – Nutrição: oferecer ao corpo tudo aquilo que ele precisa

Ar puro, água pura, contacto com a Natureza, luz do sol na pele, actividade física, repouso adequado, afecto… e, claro, uma alimentação adequada. O corpo precisa ter acesso à prosperidade nutricional – ou seja, ter à sua disposição toda a matéria prima de que necessita para construir-se e fortalecer-se. Alimentos ricos, puros, de fácil assimilação, que ofereçam ao corpo substâncias que o auxiliam nas suas funções. Proteína completa, óleos saudáveis essenciais, vitaminas, sais minerais, antioxidantes, substâncias protectoras diversas oferecidas pela própria Natureza para o sucesso da Vida.

Assim, além de estudar para conhecer as melhores opções do que comer, de como preparar uma dieta que se ajuste ao seu metabolismo pessoal e estilo de vida único, é também importante compreender que mexer o corpo, descansar, receber afceto e visitar redutos de Natureza intocada também fazem parte do conjunto de necessidades da Saúde. Estar atento para que nada falte é uma tarefa do zelador.

2 – Desintoxicação: evitar expor o corpo àquilo que ele tem dificuldade em processar

Tudo aquilo que polui a natureza também polui o corpo. É similar atirar plástico ao rio e comer uma gordura hidrogenada, cuja composição molecular é tão semelhante à do plástico. Químicos artificiais, resíduos de pesticidas, poluição ambiental, resíduos metabólicos… o ideal é organizar a própria vida para evitar o contacto com determinadas circunstâncias que cobram um preço e dificultam o trabalho do corpo de manifestar a Saúde.

Aqui também se inclui a importância de, periodicamente, realizar uma "faxina" corporal – uma rotina de desintoxicação. Um conjunto de práticas que auxiliam o corpo a remover da sua estrutura restos acumulados. Manter a casa limpa é também uma tarefa do zelador.


NAS SUAS MÃOS

É um facto que assumir a responsabilidade pela própria saúde é o primeiro passo para cultivá-la. Acredite: ninguém pode fazer isso por você. É seu dever desenvolver o conhecimento e experimentar com as possibilidades para conhecer o que te faz bem e o que te faz mal. Saber discernir um do outro é o primeiro passo para escolher com sabedoria.

Os desafios neste caminho são inúmeros. Um sábio disse certa vez que é mais fácil mudar a religião de um homem do que sua alimentação. É verdade. Mesmo assim, confrontar e ir aos poucos vencendo esse desafio é algo que enriquece a visão de mundo e fortalece a vontade. Idealmente, um caminho de evolução dos próprios hábitos alimentares deve ser iniciado com uma meta mais elevada do que perder peso, ficar mais atraente, melhorar os resultados no exame de sangue. Isso é bem-vindo, mas vem como consequência. A meta real é o desenvolvimento da plenitude da própria vida, e a soberania sobre si próprio.

Dominar o sentido do paladar é um importante passo para quem quer dominar seus impulsos, vencer os vícios e tornar-se senhor da própria vida, senhor das próprias escolhas. Quem consegue escolher a qualidade de seu alimento tem mais facilidade para escolher os próprios pensamentos.

A qualidade das suas escolhas determina a qualidade da sua vida. Assim como a mente é construída a partir do que recebe como informação – leituras, conversas, experiências – o corpo também é feito da matéria-prima que recebe como nutrição."


A escolha é sua e está nas suas mãos!

Fonte: Puravida

Aprenda quais os nutrientes que o corpo precisa



De uma forma resumida precisamos de ingerir alimentos para obter nutrientes. Existem os nutrientes orgânicos que são eles: as proteínas (aminoácidos), os hidratos de carbono (ou açúcares) as gorduras e as vitaminas e os nutrientes inorgânicos que são eles: os minerais e a água. 

De acordo com a quantidade que precisamos de consumir diariamente podemos classificá-los como :
Macronutrientes (necessários em grandes quantidades): proteínas, hidratos de carbono e gorduras e os Micronutrientes (necessários em quantidades mais pequenas): vitaminas e minerais.

O mito da Soja como alimento perfeito


"A soja, já há algumas décadas, é tratada como uma “estrela” no universo dos alimentos tidos como saudáveis. MAS… e se toda esta história for apenas mais um mito criado pela indústria (da soja, obviamente) para vender sua produção?A indústria da soja é tão grande e rica quanto à indústria do leite (que o promove como “fonte essencial e insubstituível de cálcio”) e a indústria da carne (que a promove como “fonte essencial e insubstituível de proteínas”), e dispõe de grande orçamento para patrocinar estudos e publicidade para colocar a leguminosa em alta.

Promovida como uma alternativa “mais do que saudável” para o leite e para a carne, a soja hoje é adicionada em quase tudo. Biscoitos, macarrão, salgadinhos, fórmulas nutricionais para bebés, bebidas prontas, suplementos para atletas… O consumidor leigo realmente acredita optar por algo melhor quando lê a palavra mágica “soja” entre os ingredientes.

Não é a primeira vez que a indústria se aproveita do pouco estudo do consumidor e pincela a realidade com toques de fantasia. E a verdade é que, a menos que seja preparada da maneira correta, a soja pode ser muito mais prejudicial do que benéfica para a delicada bioquímica do corpo humano. 


Detalhando um pouco mais suas origens históricas, a soja foi utilizada como alimento pela primeira vez durante a antiga dinastia Chou (1134-246 AC), somente após essa cultura ter aprendido a transformá-la em algo biodisponível através do processo de fermentação, que fez surgir alimentos como o missô, o tempê, o nattô e o tamari. A soja era então, utilizada apenas como condimento e em pequenas quantidades, como é até hoje nas culturas tradicionais. Nunca foi utilizada como substituto para alimentos de origem animal e nem mesmo da maneira excessiva como tem sido propagada nos dias de hoje pela cultura ocidental.

A sabedoria dos antigos compreendia que a soja que não é preparada devidamente é altamente indigesta e contém diversos elementos indesejáveis. Algo que foi e é “ignorado” por aqueles que propagam o uso irrestrito da soja, na forma do grão integral cozido, na forma de “carne” ou “leite” de soja e nas inúmeras formas de soja não-fermentada, desnaturada pelo calor excessivo e/ou pressão, tratada com químicos, fracionada ou coagulada para se transformar em tofu e proteína isolada de soja.

Atualmente, praticamente toda a soja disponível no mercado (93% é o percentual exato, de acordo com o FDA americano) é transgênica – geneticamente modificada para ser resistente à agrotóxicos que matam todas as outras formas de vida, menos a soja, o que a torna ainda mais prejudicial, porém fornece maior lucratividade por metro quadrado.

Independente da discussão sobre o alimento transgênico ser nocivo por si, alimentos geneticamente modificados acumulam em si resíduos de GLIFOSATO (base do pesticida Roundup), um veneno poderoso e assustador. Um rápida busca no google sobre “perigos do glifosato” (ou glyphosate dangers) revela o tamanho do problema – para a saúde do indivíduo, do solo, dos lençóis freáticos e de tudo o que é vivo. Isto ainda ser permitido nos dias de hoje é um sinal do quão pouco desenvolvidos estamos como humanidade. Comer soja transgénica, ou produtos de origem animal que comeram soja transgénica (vacas e laticínios, frangos e ovos, porcos, salmão) é literalmente comer veneno. Este é um assunto muito sério e não deveria ser descartado como algo menor.

O fato é que existe um elevado conteúdo de antinutrientes na soja que não é devidamente preparada. Antinutrientes são substâncias que interferem na absorção de nutrientes e os drenam do organismo. Seu consumo frequente conduz à deficiências crônicas de minerais. Na soja se concentram substâncias como oácido fítico, os goitrogênicos e alguns inibidores enzimáticos que bloqueiam a ação da tripsina (uma importante enzima vital), dentre outras enzimas essenciais. Estes inibidores são proteínas resistentes que retém sua configuração mesmo quando cozidas por longos períodos. Quando ingeridas, estas substâncias produzem desarranjo gástrico, redução na capacidade de digestão das proteínas e deficiências crônicas de aminoácidos. Em testes com animais, uma dieta com alto nível desses inibidores causou aumento patológico do pâncreas e outras condições, incluindo câncer. (2)


A soja é um dos alimentos com maior quantidade de ácido fítico já encontrados, e ao contrário dos fitatos na maioria dos grãos, os fitatos na soja são altamente resistentes à imersão e ao cozimento. O ácido fítico é largamente estudado por impedir a absorção de minerais como ferro, magnésio, cobre, cálcio e especialmente zinco. Ingerido frequentemente pode levar à carência desses minerais (3, 4, 5, 6, 7, 8). Apenas um longo período de fermentação irá reduzir de forma significativa a quantidade destes antinutrientes.

A soja contém também uma substância chamada hemaglutinina que causa aglutinação das hemácias podendo levar a produção de coágulos sanguíneos. O inibidor de tripsina e a hemaglutinina são considerados substâncias inibidoras do crescimento.

Os chineses sabiam disso e, portanto, só consumiam a soja fermentada. A fermentação, realizada por micro-organismos benéficos (probióticos), pré-digere a proteína em aminoácidos e inativa tanto os inibidores enzimáticos quanto os antinutrientes. Desta forma a soja transforma-se num alimento altamente biodisponível, apto ao consumo humano. Se a soja não for preparada desta maneira bem específica, ou seja, por fermentação lenta, o melhor é evitá-la.

A soja contém naturalmente fitoestrogénios, substâncias que mimetizam a ação da hormona estrogénio dentro do corpo humano. Quando você ingere uma pequena quantidade dessas substâncias o corpo se adapta sem alterações, mas, em excesso, estes fitoestrogénios causam desequilíbrio hormonal. Acontece que, além do hábito ocidental de consumir a soja em quantidades excessivas, a absoluta maioria da soja disponível é geneticamente modificada. A soja geneticamente modificada, além de ser um dos produtos que mais recebe agrotóxicos, contém muito mais fitoestrogénios do que a soja natural. Seu consumo agride o equilíbrio hormonal e pode conduzir à puberdade prematura e a uma série de doenças relacionadas ao excesso de estrogénio no decorrer da vida. A sugestão é não consumir produtos geneticamente modificados de qualquer espécie, e no caso da soja, isso é particularmente difícil.

Pesquisas ainda pouco divulgadas (afinal, não contribuem para a lucratividade da indústria) demonstraram que o uso de soja nas fórmulas de nutrição para bebés pode causar problemas diversos no desenvolvimento da criança, como disfunções na glândula tiróide e danos irreversíveis no seu sistema nervoso, não apenas devido aos seus antinutrientes, goitrogénicos e fitoestrogénios, mas também pela enorme quantidade de alumínio e manganês (9, 10). Não é contaminação por alumínio em tanques de alumínio, é alumínio encontrado na composição da soja.


Proteína Vegetal Texturizada: Resíduo Industrial


A proteína isolada da soja, presente em suplementos para atletas e em diversos alimentos industrializados, assim como a proteína vegetal texturizada, ou carne de soja, são, sem exagero, venenos tóxicos para o sistema biológico humano.

É importante lembrar que nem todos os venenos matam na primeira dose. Porém, assim como os refrigerantes, os refinados e as frituras, esses derivados industriais da soja são agressivos e antinaturais para o sistema e contribuem para o desequilíbrio da ecologia interior. Ainda que o organismo seja equipado com uma exímia capacidade de expulsar toxidade, cada vez que você escolhe ingerir algo inadequado está desnecessariamente desgastando o mesmo, poluindo sua bioquímica interior e ofendendo a Natureza que vive dentro de você.

O que faz com que essas substâncias sejam tão nocivas é justamente a sua forma altamente processada. Para produzir a proteína isolada de soja, os grãos da leguminosa são primeiramente moídos e depois mergulhados em solvente químico de petróleo, com o objetivo de extrair os óleos naturais do grão. O resíduo desta mistura, que é na verdade a sobra do processo industrial de extração do óleo é então misturado com açúcares e com uma solução alcalina (também química) para remover qualquer fibra. A massa resultante é então precipitada e separada utilizando uma lavagem ácida. Finalmente, o que sobra é neutralizado em uma solução alcalina e depois desidratado em altas temperaturas para produzir um pó proteico.

O resultado final é um pó artificialmente desnaturado e indigesto. Por isto é tão comum a incidência de gases naqueles que fazem uso da proteína isolada de soja. Afinal, mesmo com todo este processamento, a maioria dos antinutrientes presentes naturalmente na soja resistem e permanecem em seu conteúdo.

Proteína vegetal texturizada, ou PVT, a famosa “carne de soja” não é nada mais do que proteína isolada de soja que foi compactada através de um processo industrial de elevada pressão e temperatura. Tão indigesta quanto o isolado de proteína de soja, se não mais, porque esta é muitas vezes adicionada de corante caramelo, substância reconhecidamente cancerígena, e o famigerado realçador de sabor glutamato monossódico, um neurotóxico comum na indústria da comida industrializada – pois é um viciante das papilas gustativas que consegue transformar até mesmo um pedaço de isopor insalubre em algo que é “impossível comer um só”.



Assim sendo, uma das maneiras de medir os critérios de qualidade de um restaurante que se denomina natural é verificar se este oferece a tal “carne de soja”, ou proteína vegetal texturizada (PVT) em seu cardápio. Pratos como “Strogonoff de carne de soja”, carne de soja refogada, kibe, coxinha ou pastel de carne de soja, molho bolognesa com carne de soja e outras opções semelhantes são uma clara demonstração de que os responsáveis pela elaboração do cardápio precisam aprofundar seu conhecimento.

Naturalmente, os critérios das grandes indústrias alimentícias não são muito melhores, portanto é recomendável que você adquira o hábito de ler o rótulo daquilo que você usualmente compra e evite tudo aquilo que contenha proteína isolada de soja ou proteína vegetal texturizada na sua composição. É comum a participação deste ingrediente nas formulações, especialmente naquilo que tem como meta atingir o nicho de mercado “natural e saudável”.

O leite de Soja...

Consideremos o processo envolvido na elaboração do leite de soja. Primeiramente, com o objetivo de remover alguns dos antinutrientes (mas não todos), os grãos da soja são mergulhados em uma solução alcalina. Esta mistura é então cozida em panelas de pressão gigantescas, algo que desnatura a proteína da soja a tal ponto que a torna algo muito difícil para o corpo digerir. A solução alcalina em que os grãos ficam de molho deixa neles um carcinogénico (cancerígeno) chamado lisinealina.

Portanto, se é absolutamente necessário beber leite vegetal de alguma espécie, que seja o leite de amêndoas, de gergelim, de coco, de castanhas, de nozes, de girassol, de linhaça, de quinoa ou, em último caso, de arroz."


Escrito por Flávio Passos, com contribuição de Pedro Ivo
Estudos citados: 1 – Katz, Solomon H., “Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems”, Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987, p. 50. 
2 – Rackis, Joseph J. et al., “The USDA trypsin inhibitor study. I. Background, objectives and procedural details”, Qualification of Plant Foods in Human Nutrition, vol. 35, 1985.

3 – Van Rensburg et al., “Nutritional status of African populations predisposed to esophageal cancer”, Nutrition and Cancer, vol. 4, 1983, pp. 206-216; Moser, P.B. et al., “Copper, iron, zinc and selenium dietary intake and status of Nepalese lactating women and their breastfed infants”, American Journal of Clinical Nutrition 47:729-734, April 1988; Harland, B.F. et al., “Nutritional status and phytate: zinc and phytate X calcium: zinc dietary molar ratios of lacto-ovovegetarian Trappist monks: 10 years later”, Journal of the American Dietetic Association 88:1562-1566, December 1988.

4 – El Tiney, A.H., “Proximate Composition and Mineral and Phytate Contents of Legumes Grown in Sudan”, Journal of Food Composition and Analysis (1989) 2:6778.

5 – Ologhobo, A.D. et al., “Distribution of phosphorus and phytate in some Nigerian varieties of legumes and some effects of processing”, Journal of Food Science 49(1):199-201, January/February 1984.

6 – Sandstrom, B. et al., “Effect of protein level and protein source on zinc absorption in humans”, Journal of Nutrition 119(1):48-53, January 1989; Tait, Susan et al., “The availability of minerals in food, with particular reference to iron”, Journal of Research in Society and Health 103(2):74-77, April 1983.

7 – Phytate reduction of zinc absorption has been demonstrated in numerous studies. These results are summarised in Leviton, Richard, Tofu, Tempeh, Miso and Other Soyfoods: The ‘Food of the Future’ – How to Enjoy Its Spectacular Health Benefits, Keats Publishing, Inc., New Canaan, CT, USA, 1982, p. 1415.

8 – Mellanby, Edward, “Experimental rickets: The effect of cereals and their interaction with other factors of diet and environment in producing rickets”, Journal of the Medical Research Council 93:265, March 1925; Wills, M.R. et al., “Phytic Acid and Nutritional Rickets in Immigrants”, The Lancet, April 8,1972, pp. 771-773.

9 – Hagger, C. and J. Bachevalier, “Visual habit formation in 3-month-old monkeys (Macaca mulatta): reversal of sex difference following neonatal manipulations of androgen”, Behavior and Brain Research (1991) 45:57-63.

10 – Ross, R.K. et al., “Effect of in-utero exposure to diethylstilbestrol on age at onset of puberty and on post-pubertal hormone levels in boys”, Canadian Medical Association Journal 128(10):1197-8, May 15, 1983.